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Rodízio de pneus: 3 dicas para fazê-lo corretamente

Hoje, todos os carros médios e compactos são dotados de tração dianteira. Então as rodas da frente são direcionais e motrizes e seus pneus se desgastam de forma muito mais acentuada que os das rodas traseiras. Por isso não é raro se observar num carro com tração dianteira os pneus dianteiros quase “carecas” enquanto os traseiros permanecem quase novos. Exatamente por isso o rodízio de pneus é mais importante hoje que no passado: para igualar o desgaste entre os quatro pneus e evitar que o dono do carro tenha que ir à loja comprar apenas dois deles.
Primeira dica No passado, o rodízio de pneus se fazia em “X”. O dianteiro direito vinha para a esquerda na traseira e vice-versa. Hoje, apenas se trocam as rodas dianteiras pelas traseiras, mantendo-se o lado. Se no passado a maioria dos carros tinha tração traseira, a distribuição do desgaste entre pneus da frente e de trás era mais uniforme: os dianteiros eram direcionais, os traseiros eram motrizes.   Segunda dica Mas e se você não fez o rodízio de pneus e precisou comprar apenas dois novos, onde colocá-los? A intuição diz para serem instalados nas rodas dianteiras, mas a lógica recomenda o contrário. Melhor ter os pneus novos na traseira pois, se ocorre algum problema na frente, e o pneu estoura, por exemplo, o motorista tem o volante para dominar o carro. E, se a direção for assistida (hidráulica ou elétrica) é ainda mais fácil o controle. Mas, um estouro de um traseiro é incontrolável.     Terceira dica No rodízio, pode-se incluir o pneu sobressalente? Sim, desde que ele substitua um pneu que tenha sofrido menor desgaste, para evitar num mesmo eixo um pneu quase novo de um lado e outro muito desgastado do outro. Mas, atenção para a data de fabricação do estepe: muitas vezes ele fica abandonado por anos no porta-malas e pneu expira igual a remédio. O prazo máximo de validade é de cinco a seis anos. Neste caso, ao invés de comprar só três novos e incluir o estepe, o correto é comprar cinco e substituir também o sobressalente.   Fonte

Mais dicas

Por que substituir a válvula?

- A válvula trabalha
- A válvula envelhece
- Está submetida constantemente à forte força centrífuga
- O tampão pode deteriorar-se e não realizar a hermeticidade.
- Pneu Novo = Válvula Nova

Por que fazer o balanceamento?

- Assegura um maior conforto
- Aumenta o rendimento do pneu
- Evita a fadiga dos elementos mecânicos

Por que se aconselha a montar os pneus novos no eixo traseiro?

- Melhor aderência nas curvas
- Melhor estabilidade em frenagem
- Melhor segurança

Como fixar corretamente o pneumático ao cubo?

O aperto deve ser feito sermpre com um torquímetro.
Procedendo assim, você evitará possíveis problemas como:
- A deformação de materiais (parafusos, porcas)
- Desgastes anormais nos pneus
- Problemas de comportamento (vibrações ao frear por acoplamento incorreto)
- Dificuldade em retirar o pneu em caso de furo

Por que usar sempre pressão correta?

A pressão é um componente essencial do pneumático e influencia:
- A segurança: aderência e à deriva (estabilidade)
- A resistência ao rolamento
- O conforto (flexibilidade e ruído)
- O desgaste e detrioração (rendimento quilométrico)

Por que fazer a geometria do seu veículo?

- Para conservar a estabilidade direcional
- Para facilitar a condução
- Para evitar a fadiga mecânica
- Para conservar a vida do pneu
- Para economizar combustível

A fixação das rodas deverá ser feita com um torquímetro para evitar problemas como:

- desgaste irregular dos pneus
- deformação de parafusos e porcas
- vibrações durante as frenagens
- dificuldade de retirar o pneu
- maior consumo de combustível

Benefícios ao balancear os pneus do seu carro:

- maior conforto
- vida mais longa para os pneus
- maior estabilidade na direção
- evita problemas com a suspensão, direção, rolamentos etc.

A estabilidade do seu veículo fica comprometida com o desgaste irregular dos pneus, especialmente em pista molhada.

Para prevenir essa situação:
- calibre os pneus a cada 15 dias, com a pressão recomendada manual do fabricante do veículo.
- balanceie os pneus
- verifique o alinhamento e cambagem do veículo

Por que verificar o alinhamento do veículo?

- para aumentar a durabilidade dos pneus
- para convervar a estabilidade da direção
- para reduzir o consumo de combustível

Escolha o pneu adequado para o seu veículo, respeitando:

- as dimensões recomendadas pelo fabricante do veículo
- o torque
- a frenagem
- o índice de performance
- o índice de carga

Coloque sempre os pneus novos no eixo traseiro, assim você obtém:

- melhore estabilidade em frenagens
- melhor aderência nas curvas
- maior segurança

Mantenha sempre os pneus calibrados, a pressão correta garante:

- maior aderência e estabilidade
- menor consumo de combustível
- maior conforto
- maior vida útil aos pneus

Como reparar corretamente o pneu:

- desmontar o pneu
- verificar o seu interior
- colocar o plugue (prp)
- trocar a válvula
- montar o pneu
- fazer o balanceamento
- verificar a pressão

Curiosidades sobre pneus

O pneu liso (Slick) é o mais silencioso.
À medida que se desgastam (desgaste regular), os pneus fazem menos ruído.
A origem dos ruídos acontece devido às vibrações provocadas por três fatores: estrutura do pneu, ar no interior do pneu ou a passagem do ar pelo desenho do pneu.
Há 2 tipos de propagação dos ruídos: através do ar ou fazendo os elementos do seu veículo vibrar.
Quanto menos uniforme o pneu, maiores as possibilidades de vibrações. Isso pode ocorrer por problema de balanceamento, falso redondo do pneu, problema de centragem da roda ou variação da rigidez da estrutura.

Conselhos e recomendações para seu pneu

Diante de um problema de vibração e ruído, tentar isolar as causas que podem produzi-lo. Para isso:
Teste o veículo para identificar como ele se manifesta: em que eixo, o que vibra e a que velocidade;
Pergunte-se: algo foi trocado no veículo recentemente?
Verifique pneus, rodas, forma de desgaste, pressão, balanceamento;
Cheque as folgas na centragem da roda, dos pneus nos aros e das porcas de fixação;
Confira o desgaste dos pneus e veja se é necessário trocá-los;
Em casos de problemas irreversíveis no pneu, troque-o imediatamente;
Verifique problemas mecânicos, folgas na suspensão ou problemas nos freios.

Leandro Melo dá dicas sobre como ajustar melhor sua motocicleta

Quando você anda num carro pela primeira vez, você ajusta o banco, a direção e os espelhos para conseguir dirigir com tranquilidade. E se for uma moto?  Muita gente compra uma motocicleta e assume a postura que vem de fábrica ou que foi ajustada pelo ex-dono. É de extrema importância deixar a moto confortável e segura para você pilotar. Não é tão fácil como no carro, mas você resolve o problema em 10 minutinhos numa oficina. Primeiro passo. Solte o guidão e ajuste numa distância confortável, de acordo com o tamanho do seu braço. Depois, faça a mesma coisa com os manetes de freio e embreagem. Quando você acioná-los, eles precisam estar em linha reta, acompanhando a linha de inclinação do braço. Um manete muito alto exige que você levante a mão toda vez que for acioná-lo, aumentando o seu tempo de reação a uma frenagem, por exemplo. Por último, regule a altura dos pedais do câmbio e do freio. O certo é você conseguir acioná-los só com um movimento do pé, sem puxar a coxa para cima e para baixo, o que causa fadiga e pode fazer você se atrapalhar numa situação de emergência. É como se o projeto da moto fosse feito especialmente para você. Você perde alguns minutinhos, mas ganha muito em conforto e segurança.    Fonte: Michelin

O que á aderência de um pneu?

Do ponto de vista da física, a aderência pode ser interpretada com o a sobreposição de dois fenômenos simultâneos. * O contato entre duas superfícies planas, onde a aderência é provocada pelo atrito entre essas superfícies e pela pressão da carga; * A interpenetração entre as superfícies onduladas e irregulares, onde a aderência é provocada pela capacidade de deformação da banda de rodagem do pene,de maneira rápida e contínua, para se adaptar ao tipo de piso.   Se a aderência não existisse, os veículos não poderiam fazer curvas e nem se mover, ficariam patinando no mesmo lugar. E quando em movimento, eles não poderiam parar.     O nível de aderência depende do tipo de pneu (dimensão, tecnologias aplicadas, área de contato com o piso, pressão utilizada, etc), do tipo de piso (tipo de asfalto, terra, misto, cascalhos, pedras, etc), do veículo (suspensão, ABS, ESP) e de fatores externos que podem influenciar os itens anteriores (temperatura, umidade, condições climáticas, etc).

A aderência pode se apresentar de duas formas: aderência longitudinal (na aceleração e na frenagem) e transversal (nas curvas e desvios de obstáculos).

Aderência em piso molhado

Sobre piso molhado, os fatores de aderência são os mesmos citados para o piso seco. A diferença é que ao gerar a aderência, será necessário evacuar a água para buscar o contato com o piso. E como conseguir isso? Através da escultura do pneu, recortada em sulcos, canais e lamelas, que: - Rompem a película de água, que se forma no piso durante a chuva;
- Evacuam a água para fora da área de contato do pneu com o piso;
- Maximizam a área de contato do pneu com o piso, através do composto que se adapta às micro irregularidades.

O nível de aderência vai depender da capacidade do pneu de realizar essas tarefas.

Seja em situações comuns do dia a dia, em retas ou em curvas, em frenagens de emergência sobre piso seco ou molhado, o pneu é fundamental para a segurança dos motoristas, passageiros e pedestres. Além de um importante fator na redução do risco de acidentes.

Os pneus Michelin possuem os melhores níveis de aderência do mercado, tanto em situações de frenagem quanto em curvas, seja em piso seco ou molhado.

Fonte: Michelin

Aderência em piso seco

A aderência sobre piso seco depende de dois fatores principais: pelo tipo de piso e suas características de rugosidade e pelas características técnicas do pneu. Por isso: - Quanto maior for a área de contato do pneu com o piso, maior será a aderência; - Quanto mais flexível e deformável for o composto de borracha, melhor ele irá se adaptar às irregularidades do piso, obtendo maior aderência; - Quanto mais rígidos forem os blocos da banda de rodagem, maior será o contato com o piso, maximizando sua aderência. Ou seja, sob esses critérios o pneu ideal para aderir em piso seco é o tipo ´slick`, um pneu liso, sem cortes ou desenhos na banda de rodagem (semelhantes aos pneus de competição) associado a um composto de borracho macio que se deforme e se adapte às micro rugosidades do piso.

Fonte: MIchelin

Aderência com segurança

A aderência é proporcionada exclusivamente pelo pneu, que é o único ponto de contato entre o veículo e o piso. Ele assegura as ações fundamentais da condução de um veículo, tais como:

Guiar - manter o veículo na trajetória desejada.
Transmitir - transmitir as forças de frenagem e aceleração do veículo.

Quanto maior for a aderência do pneu, mais segurança ele vai proporcionar em situações inesperadas e de emergência, reduzindo a distância de frenagem e contribuindo para um melhor controle do veículo, sobretudo em curvas.

Fonte: Michelin

Dicas de segurança ao montar e desmontar pneus

Ao fazer a montagem e desmontagem de pneus, lembre-se sempre de utilizar as ferramentas adequadas para o trabalho. Elas são imprescindíveis para a sua segurança.
1. E.P.I.’s (equipamentos de proteção individual) são indispensáveis:  Luvas, Óculos de Proteção, Botas de Segurança, Protetor Auricular, Macacão e Jaleco devem fazer parte de nosso dia-a-dia.
2. Sempre manipule as ferramentas de forma adequada.
3. Nunca utilize o sistema de ar comprimido para limpar o corpo.
4. É preciso verificar se não há: Vazamento na válvula,  zamento ao nível das bordas do aro. Eventualmente, o vazamento de um reparo.
5. Execute o trabalho sempre em local seguro e limpo, use sempre as botas de segurança. Nunca trabalhe descalço.

Pneus eficientes - N°1 em economia de combustível*

 A presença da marcação GREEN X no flanco de um pneu MICHELIN é a garantia que esse pneu oferece uma eficiência energética das melhores do mercado. Os pneus MICHELIN de baixa resistência ao rolamento ajudaram a poupar cerca de 9.500 milhões de litros de combustível, assim como uma redução espantosa das emissões de CO2 dos veículos em 23 milhões de toneladas. Se todos os carros da Europa usassem MICHELIN Energy, pouparíamos cerca de 3.000 milhões de litros de combustível (o que equivale a 100.000 cisternas de combustível) por ano. Com a marcação GREEN X, a MICHELIN trabalha pelo futuro da mobilidade. Muita gente se surpreende de que os pneus sejam responsáveis de até 20% do consumo de combustível. Os pneus consomem energia. Para demonstrar o que queremos dizer, toque os pneus depois de conduzir alguns quilômetros: estão quentes. Isto deve-se fundamentalmente à resistência ao rolamento, uma das cinco forças que um veículo deve superar para se mover. A isso deve-se somar as distorções nos pneus quando se entra numa curva e o efeito de achatamento provocado pelas rodas durante a rodagem. Para mais informações:
http://www.michelin.com.br/br/tudo-sobre-carros/Tecnologia-e-Inovacao/Pneus-eficientes-N1-em-economia-de-combustivel
 

6 passos para os pneus durarem mais

Melhorar a performance dos pneus trará muitos benefícios para sua atividade agrônoma. Com alguns cuidados você economiza combustível, reduz o tempo de trabalho no campo, aumenta a durabilidade dos pneus, diminui a compactação do solo e ganha precisão na condução do equipamento. Veja como otimizar a performance dos pneus Primeiro passo
Verifique se as dimensões dos pneus são compatíveis com seu trator e o tipo de trabalho que ele realizará. Você deve considerar capacidade de carga e velocidade, avanço em função da relação de transmissão, largura, altura etc. Segundo passo
Cheque se os aros e as rodas são os indicados para a dimensão dos pneus, tanto dianteiros quanto traseiros. Terceiro passo
Confira se o trator tem o peso adequado para atender à relação PESO X POTÊNCIA X TRABALHO A SER REALIZADO. Para isso, você deve seguir a regra abaixo: a) Tome a potência nominal de seu trator e multiplique este número pelo fator “0,85” [este coeficiente representa que nem toda potência do trator se transforma em força de deslocamento]. b) Multiplique o valor obtido no item acima pelo número correspondente à velocidade de trabalho no campo.


Veja um exemplo do cálculo
Trator de 180 CV que trabalha no preparo de terra com arado, em uma velocidade menor do que 7 Km / h.
Cálculo:
180 x 0,85 x 65,8 = 10.067 Kg Portanto, o trator deve pesar 10.067 Kg para que exista uma boa transmissão da potência ao solo (deslocamento).

Quarto passo
Divida por eixo o valor do peso total calculado na etapa anterior, conforme o tipo de trabalho que realizará. P     Usando o exemplo anterior, teríamos: 

DIANTEIRO
10.067 Kg x 40% = 4.027 Kg para o eixo DIANTEIRO.    

Caçador de Mitos

Pneus mais novos devem ser instalados no eixo da frente do carro? O repórter Ulisses Cavalcante assumiu o papel de Caçador de Mitos e testou na prática a lenda. A bordo de um Chevrolet Celta, foram simuladas mudanças bruscas de faixa e um desvio de emergência seguido de um retorno à posição inicial - ambas em pista seca e molhada. O percurso foi realizado com pneus gastos atrás e novos na frente e, depois, o inverso. O Caçador de Mitos constatou que pneus mais novos na frente podem dar muita dor de cabeça para o motorista. O certo é que eles sejam instalados sempre no eixo traseiro. Veja os vídeos deste teste em http://glo.bo/1tRHiv4.

E agora, o que faço? Como agir em situações em que tudo parece perdido

O pneu furou e descobri que o estepe está murcho

Esse é um dos pecados capitais da manutenção automotiva. É por isso que ao fazer a calibragem deve-se incluir o estepe na rotina. Porém, se você já está no aperto, resta apenas avaliar o quão murcho está o estepe. Se ele possui pressão suficiente para não deixar o aro encostar na banda de rodagem, é possível dirigir por uns 3 km a baixa velocidade (inferior a 70 km/h) até a borracharia mais próxima sem rasgá-lo ou danificá-lo. No percurso deve-se tomar o cuidado para passar bem devagar em lombadas e valetas. Mas, se o pneu estiver com o aro encostando no chão, a solução é acionar a seguradora, que pode fazer a troca do estepe. Nesse caso, ela pode levar o pneu até um posto ou borracharia mais próximos, enchê-lo e trazê-lo de volta.

Vendi meu carro, não avisei ao Detran e agora as multas estão chegando

Quando alguém vende um carro, tem 30 dias para encaminhar o comunicado de venda ao Detran para isentá-lo da responsabilidade sobre penalidades ocorridas após a venda, caso o novo dono não faça a transferência. Isso pode ser feito on-line na maior parte dos Detrans. Se você não fez e as multas começaram a chegar, o primeiro passo é estancar o recebimento de novas infrações. Para isso, procure um despachante para pedir o bloqueio do carro junto ao Detran. Depois, entre com recurso na Junta Administrativa de Recurso de Infração (Jari), pedindo a isenção das multas e pontos. A dica é anexar ao recurso a data de reconhecimento de firma do documento de transferência.

O policial me parou, mas não consigo encontrar o documento do veículo

O Certificado de Registro e Licenciamento de Veículo (CRLV) e a Carteira Nacional de Habilitação (CNH) são documentos de porte obrigatório. Não portá-los configura infração leve, com multa de 53,20 reais e 3 pontos. Assim, o veículo deveria ser apreendido até que se apresentem os documentos. Isso é a teoria, mas na prática pode-se pedir para o policial fazer uma rápida consulta pela CNH do motorista para conferir os dados do veículo, caso ele esteja no seu nome. Se estiver tudo certo, é possível que ele deixe você ir ou aplique só a multa.

Meu automóvel foi guinchado por estacionamento proibido

Em vez do carro, encontrou um cavalete em que se lê "veículo guinchado"? Primeiro procure o número de telefone no cavalete. Se não encontrar, ligue para a Prefeitura e descubra o setor responsável pelo guinchamento. Depois vá até lá de posse do Certificado de Registro e Licenciamento do Veículo (CRLV) atualizado e sua cópia simples, RG do dono (também com uma cópia) e habilitação. O veículo só será liberado após pagar todas as pendências, como multas atrasadas e IPVA. Se o carro estiver alienado, é preciso mostrar o contrato de financiamento. Regra semelhante vale para carro de pessoa jurídica (é necessário levar o contrato social). São cobradas ainda multa pelo guinchamento (375 reais em São Paulo) e diária de uso do pátio (29,40 reais).

Tive pane seca e o posto não vende gasolina avulsa

A venda de combustível em recipientes como garrafas PET e saquinhos é irregular há pelo menos 14 anos. Mas recentemente passou a ser permitida a venda em recipientes certificados pela Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), com selo do Inmetro. Para o uso em emergências, eles devem ser de plástico e ter 5 litros de capacidade com tampa de rosca. Mas há uma solução ainda mais simples: chame o seguro. Quase todas as seguradoras têm serviço de auxílio no caso de pane seca: uma plataforma leva seu carro até o posto de combustível.

Cheguei ao pedágio e percebi que estou sem dinheiro ou cheque

Praticamente todos os pedágios do país só aceitam duas formas de pagamento: dinheiro ou cheque. Mas ninguém vai impedi-lo de passar pela praça de pedágio. O pior que pode acontecer é você ser multado por evasão, o que caracteriza uma infração grave, com multa de R$ 127,69 e 5 pontos na habilitação. Mas multá-lo não interessa à concessionária, pois a multa não vai para o bolso dela. Então ela dará um jeito de receber o valor. Em geral a concessionária colhe os dados do motorista e do veículo e emite para seu endereço um boleto de pagamento com o prazo de até cinco dias. Se o carro for de outro estado, anotam-se os dados do veículo, pede-se que o motorista envie um e-mail à concessionária para confirmar se o veículo está no cadastro dos que receberam multa por evasão e é dado um prazo de cinco dias para o motorista voltar àquela praça para pagar. Porém, se ele não pagar no prazo, será multado por evasão.

Aperto o cinto e boa viagem!

Não basta apenas elaborar o roteiro, fazer as reservas de hospedagem e carregar a bagagem. Além de fazer uma boa revisão no veículo, é preciso estar sempre atento a tudo que se poderá enfrentar durante a permanência na rodovia. Reunimos aqui algumas situações que podem acontecer e damos as dicas para você cair na estrada sem problemas.

ANIMAIS NA PISTA
Ao avistar animais andando na pista ou nas proximidades, olhe pelo espelho retrovisor para verificar se existem carros perto, reduza imediatamente a velocidade e redobre a atenção. Procure passar sempre por trás dos bichos. Nunca buzine. Isso pode assustá-los. Da mesma forma, faróis altos à noite podem paralisá-los à sua frente, o que só aumenta o risco de acidente. É preferível parar e esperar que passem, procurando sinalizar a outros motoristas sobre o perigo.

BEBIDA ALCOÓLICA
Está provado cientificamente que o álcool provoca alteração da coordenação motora e diminui os reflexos. O Código de Trânsito Brasileiro (CTB) teve seu Artigo 165 do Capítulo XV, considera gravíssimo o ato de dirigir sob influência de álcool ou entorpecentes e pune os infratores com a perda da Carteira Nacional de Habilitação (CNH), alterado. A partir do decreto de junho de 2008, dirigir sob influência de álcool ou de qualquer outra substância psicoativa que determine dependência é considerada infração gravíssima. Na fiscalização, o condutor é submetido a testes de alcoolemia por aparelhos homologados pelo Contran, os chamados bafômetros. Aos olhos da lei, estar bêbado é ter mais de 0,6 grama de álcool por litro de sangue - o equivalente a duas doses de uísque ou duas latas de cerveja para uma pessoa que pesa 70 quilos. Ainda deve-se levar em conta o metabolismo individual. Em teoria, quanto mais se come, menos os efeitos do álcool são sentidos. O tempo de recuperação para quem bebeu pouco mais de duas doses de uísque é de, no mínimo, três horas. Acima disso, é melhor pegar o volante só no dia seguinte. O ideal é nunca dirigir depois de beber. Ou nunca beber se for dirigir. Confira:
• Um copo de cerveja ou uma taça de vinho: 0,2 g/l - Você fica um pouco mais confiante, mas ainda está tudo bem. A bebida não é suficiente para causar alterações neurológicas
• Uma dose de uísque ou uma latinha de cerveja: 0,3 g/l - Sua noção de distância e de velocidade fica prejudicada. Um carro que parece longe está um pouco mais perto do que você imagina
• Duas taças de vinho ou dois copos de cerveja: 0,4 g/l - Os reflexos ficam comprometidos e você perde a capacidade de responder rapidamente a situações de perigo demora mais para acionar o freio, por exemplo)
• Duas doses de uísque ou duas latas de cerveja: 0,6 g/l (limite máximo permitido no Brasil) - Sensação de euforia. Você perde a noção de perigo. O risco de acidentes dobra
• Quatro taças de vinho ou quatro copos de cerveja: 0,8 g/l - Sensação de calor e rubor facial. Você perde a coordenação motora e a noção de detalhes. Ainda consegue dirigir, mas suas reações são muito mais lentas
• Quatro doses de uísque ou quatro latas de cerveja: 1,2 g/l - Você está intoxicado. Não consegue fazer o raio correto de uma curva, nem seguir as faixas de trânsito
• Cinco latas de cerveja ou uma garrafa de vinho: 1,5 g/l - Você é incapaz de se concentrar no trânsito. Perde a memória e a capacidade de julgamento. Está a um passo de apagar ao volante A multa é de R$ 957.50 e o motorista tem sua carteira suspensa por 12 meses. O veículo fica retido até a apresentação do condutor habilitado. O caso fica mais grave se o condutor alcoolizado se envolver em crimes de trânsito. A penalidade pode chegar de seis meses a três anos de detenção, além da proibição de dirigir veículo automotor.

COM CHUVA
Estradas molhadas (e mesmo ruas) exigem sempre maior atenção do motorista, já que ficam escorregadias. Com chuva mais intensa, o carro da frente vai levantar uma cortina de água, atrapalhando ainda mais a visão. Reduza a velocidade, não dê guinadas bruscas no volante, acenda os faróis, aumente a distância em relação ao veículo que trafega à sua frente e não freie de forma abrupta. É mais seguro pressionar o pedal do freio progressiva e suavemente. Se possível, desvie de áreas com maior acúmulo de água para evitar o efeito da aquaplanagem. Ao frear a 80 km/h e com pista seca, um veículo geralmente percorre 30 metros até parar. Com pista molhada, essa distância passa a ser de 45 metros ou mais.

CURVAS
Ao se aproximar de uma curva, deve-se frear antes, desacelerando o carro. Tente aumentar seu raio de curva, ficando o mais possível do lado oposto (se a curva for à direita, posicione o carro bem à esquerda, sem invadir a outra faixa; aproxime-se do acostamento se a curva for para o outro lado), até que comece a entrar nela. Só então retome a aceleração de forma gradativa, deslocando o carro para o centro da pista. Isso ajuda a dar mais aderência ao veículo. Não faça a curva dando golpes bruscos ou soquinhos no volante. Vire a direção com suavidade até o ângulo certo e nunca freie no meio da curva. O carro pode derrapar ou até capotar se as rodas travarem. Se entrar rápido demais, tire o pé do acelerador e reduza a marcha, mesmo que o motor suba de rotação. Apenas nessa situação, com maior controle do carro, você poderá usar moderadamente o freio.

DESLOCAMENTO DE AR
Deve-se ter bastante atenção ao ultrapassar ou ao ser ultrapassado por um caminhão ou ônibus. Veículos pesados provocam grande deslocamento de ar, que faz com que seu carro balance. Segure o volante com firmeza e mantenha a trajetória mais reta possível.

DIRIGIR À NOITE
Guiar à noite requer maior concentração e menor velocidade. As luzes dos veículos na direção contrária podem atrapalhar a visão. Leve em conta que trafegar à noite dá mais sono ainda em quem já está cansado. Evite manter os olhos em um ponto fixo. Use as faixas ou os olhos de gato de marcação das pistas como referência. Se não houver nenhum tipo de sinalização ou não conhecer a estrada, mantenha uma distância maior e utilize as luzes traseiras do carro que estiver à sua frente para se guiar. Assim você poderá saber com antecedência o sentido das curvas, por exemplo. O mesmo serve para situações de neblina intensa. Nunca use farol alto quando houver veículos na sua frente ou vindo na direção contrária. O farol de milha, de longo alcance, é bastante útil. Ele produz um facho estreito de luz branca, como a projetada por um spot de teatro, que pode alcançar até 500 metros de distância.

NEBLINA
Durante o dia ou à noite, o perigo da neblina é o mesmo, dificultando a visibilidade do motorista. Trafegue em baixa velocidade e mantenha distância ainda maior em relação ao carro da frente. Evite fazer ultrapassagens, acenda os faróis baixos e, se tiver, os especiais para neblina. Nunca utilize farol alto. A luz reflete nas gotículas responsáveis pelo nevoeiro, voltando para os olhos do motorista. Ou seja, a luminosidade do farol alto bate de frente com a névoa branca da neblina, impedindo que se tenha a visão do que está à frente. Para esse caso, há o farol de neblina, que pode ter cor branca (melhor) ou amarela e tem um facho mais curto e mais largo, atingindo as laterais da estrada, e alcance entre 10 e 15 metros. Ilumina até 30 cm acima do solo, porque é a partir dessa altura que a neblina normalmente se forma. Use as marcações da pista ou as luzes traseiras do carro à frente como referência do caminho a seguir.

OBJETOS E BAGAGEM
Nunca carregue o compartimento de bagagens com peso acima da capacidade do veículo. Procure distribuir os itens, conforme seu peso e tamanho, garantindo equilíbrio ao automóvel. Evite que os objetos transportados fiquem soltos (em uma freada eles podem atingir os ocupantes ou provocar danos ao carro) e ultrapassem o limite do compartimento de bagagem, impedindo a visibilidade do motorista. Tenha essa preocupação mesmo que seu carro seja uma perua ou picape. Isso evita que o carro fique instável e ainda ajuda a manter a média normal do consumo de combustível.

QUEIMADAS
Em épocas de seca, quando a vegetação ao lado da pista fica ressecada, é comum ocorrerem incêndios. Às vezes o fogo é causado por pontas de cigarro atiradas por motoristas irresponsáveis. Em conseqüência, a intensa fumaça formada pode atrapalhar a visibilidade. Ao encontrar uma situação assim, reduza a velocidade e acenda os faróis baixos. Se a visibilidade estiver muito prejudicada, melhor parar no acostamento, o mais longe possível da pista, com o pisca-alerta ligado, e esperar que a fumaça diminua.

SINAIS
Existem vários sinais que são utilizados para uma comunicação visual na estrada por caminhoneiros e motoristas de ônibus e carros. Saber o significado deles é bastante útil. Aprenda a traduzir, e a usar, alguns deles: · Duas buzinadas - Rápidas, em toques curtos, significam um agradecimento. Pode ser porque o motorista da frente permitiu ou facilitou a sua ultrapassagem. Um "obrigado" sonoro. · Piscar faróis com intervalos - É usado para indicar para os veículos que trafegam no sentido oposto que eles encontrarão algum problema adiante e que devem reduzir a velocidade. Pode ser um acidente ou queda de barreira, por exemplo. · Piscar faróis com insistência - É um aviso de que o carro que segue à frente na pista está com algum tipo de problema. · Piscar os faróis e buzinar - Se o carro que vem atrás do seu piscar os faróis e buzinar com insistência, ele pode estar com problemas e está pedindo passagem. · Seta esquerda ligada - Se o veículo da frente ligar a seta esquerda, saiba que ele está avisando para que você não faça uma ultrapassagem naquele momento, já que provavelmente há um outro carro vindo no sentido oposto. · Seta direita acionada - A sinalização indica que, a princípio, pode-se fazer a ultrapassagem, já que não deve haver nenhum outro veículo vindo em direção contrária. Porém, procure sempre se certificar disso, já que o motorista que sinalizou pode cometer um engano de cálculo.

SONO
Viajar durante o dia sempre é mais seguro. Se tiver que ser à noite, procure descansar bastante já no dia anterior. Se o sono bater, não lute contra ele. Não adianta pedir para que os outros passageiros conversem com você ou, se estiver sozinho, ligar o ar-condicionado, o rádio no máximo ou cantar. Pare o carro num local seguro e durma, nem que seja por meia hora.

ULTRAPASSAGENS
É durante as ultrapassagens que acontece o maior número de acidentes nas estradas, principalmente por imprudência e falta de perícia durante sua execução. Procure ser sempre preciso ao calculá-la. As dicas são as seguintes: obedeça à sinalização da pista, sempre dê seta antes para indicar seus movimentos e só ultrapasse pela esquerda, nunca pelo acostamento. Se necessário, buzine levemente para avisar o carro que está ultrapassando e mantenha uma distância segura dele. Volte logo à sua faixa. Não ultrapasse nunca em curvas e aclives, a não ser que tenha total visibilidade da pista contrária, nem quando a faixa amarela que divide a pista for contínua. Na chuva, a atenção tem de ser redobrada. Só faça uma ultrapassagem com absoluta certeza de que conseguirá completá-la sem colocar em risco sua segurança e a dos demais veículos. Ao ser ultrapassado, não tente apostar corrida e facilite a manobra diminuindo sua velocidade até que o outro carro passe e atinja uma distância segura.

VENTOS LATERAIS
Durante uma viagem, você já deve ter sentido seu carro balançar, principalmente em trechos de estrada mais abertos e desprotegidos. Uma rajada de vento lateral pode desestabilizar seu carro, a ponto de fazê-lo sair da pista. Um bom indicativo desse tipo de ocorrência são as árvores e arbustos dispostos ao longo da estrada. Verifique se estão balançando muito. Se estiverem, reduza a velocidade e segure o volante com mais firmeza. Abrir um pouco os vidros também é útil para amenizar o problema.

Como transferir os documentos do carro?

Confira o passo-a-passo e veja os documentos de que você precisa

A transferência de propriedade do veículo deve ser feita em um Centro de Registro de Veículos Automotores (CRVA), no prazo de 30 dias da data da aquisição, no seu município de residência.

Para isso, você precisa
* cópias de seus documentos pessoais (CPF, RG, comprovante de residência);
* o Certificado de Registro de Veículo (CRV) do proprietário anterior, preenchido em nome do comprador, com o preço de venda e a firma reconhecida por autenticidade;
* o Certificado de Registro e Licenciamento de Veículo (CRLV) e os comprovantes de quitação de IPVA, licenciamento e multas ­ todos fornecidos pelo ex-proprietário;
* o chassi do veículo;
 
O Detran recomenda

O vendedor deve ficar com uma cópia autenticada do documento de transferência (CRV) e realizar uma Comunicação de Venda em um CRVA tão logo efetivado o negócio. Lembramos que o prazo legal para isso é de 30 dias. Dessa forma, o vendedor não será responsabilizado por multas do novo proprietário.

O comprador, antes de adquirir o veículo, poderá submetê-lo a uma vistoria prévia ("vistoria avulsa") em qualquer CRVA para assegurar-se que tanto a numeração do motor quanto do chassi não foram adulteradas. Nesta vistoria, também será verificado se o veículo não resultou da emenda de dois ou mais veículos, bem como a existência e funcionamento dos equipamentos obrigatórios.

Dicas para limpar faróis amarelados em casa

 Um veículo requer atenção, manutenção constante e cuidados para aumentar a durabilidade. É muito comum os faróis ficarem amarelados. Isso deixa um aspecto de carro velho e mal cuidado, além de atrapalhar na visibilidade dos condutores. Mas para acabar com esse efeito basta um pouco de paciência e os produtos certos.   Existe no mercado alguns kits prontos para essa limpeza, mas vamos ensinar uma solução caseira que vai garantir uma boa melhora no aspecto amarelo dos faróis.   O que você vai precisar?   Você vai precisar de uma lixa d’água de número 1100 (você pode encontrá-la em casas especializadas em lanternagem e pintura), massa para polir, uma estopa, um pano seco e limpo e água. Isso mesmo, só isso.     Molhe o farol para lixá-lo. Enquanto lixa observe se a superfície continua molhada, se precisar molhe novamente para garantir o efeito da lixa.   Faça o procedimento por uns dez minutos aproximadamente em toda a área do farol. Segundo passo é secá-lo. Ficará embaçado, mas por enquanto isso é normal, significa que lixou corretamente e que está tudo no caminho certo.   Seque os faróis e aplique a massa de polir com a estopa, esfregue com bastante força, isso ajuda a limpar profundamente o farol. Próximo passo, lave e observe. Se achar que ficou bom, ótimo, se não, esfregue a estopa um pouco mais até alcançar o resultado desejado.  

É verdade que devo deixar o carro engatado em primeira marcha quando estaciono?

Não, não deve. De acordo com Marcelo Ramaciotti, proprietário do centro automotivo Garage 77, além de ser desnecessária, esta não é uma prática adequada, pois pode danificar o câmbio do veículo. “Se alguém for parar um carro atrás de outro que está com o câmbio engatado e der um totozinho (empurrão com o veículo), a marcha engrenada pode estourar o câmbio do carro estacionado”, explica o especialista. Segundo ele, um freio de estacionamento (ou freio de mão) em boas condições consegue segurar o carro sozinho. O ato de deixar o carro engatado quando estacionado é apenas um improviso para quem está com algum problema no dispositivo. “Isso evita que o carro desça se ocorrer algum problema no freio, mas pode causar um grande prejuízo. O ideal é você ter o freio sempre com a manutenção em dia para não precisar fazer isso em nenhum momento”.

Vai viajar para a praia? Confira alguns cuidados com o seu carro

Sempre que surge uma oportunidade de viajar, um dos destinos mais desejados é a praia, pois é um lugar aonde podemos descansar e sair da rotina do trabalho. Mas para que a viagem não se torne um transtorno, existem algumas medidas para antes e depois da praia. A combinação de maresia, chuva e areia exigem cuidados. Separamos algumas dicas importantes para você aproveitar cada minuto na praia.

• Antes de qualquer viagem, é essencial fazer uma revisão completa;

• Durante o período da praia, evite deixar seu veiculo no sol, pois alguns itens podem ficar fragilizados, principalmente os pneus, pois eles podem sofrer dilatação da borracha;

• Areia e maresia podem causar oxidação (ferrugem) em algumas partes do veículo. Para evitar esse problema faça uma lavagem antes e depois da praia, mas cuidado na hora da limpeza depois da praia, pois podem ter algumas pedrinhas e isso riscar a pintura do seu carro;

• Para evitar que a estética do seu carro fique ameaçada por causa do sol, é recomendado encerar seu carro a cada três meses;

• Caso você deixe seu veiculo no sol durante a curtição da praia, é indicando antes de ligar o ar condicionado e abrir a porta do veiculo, para que saia o ar quente interno;

• Lavar o motor depois que chegar da praia é importante, pois pode encher de areia (mas essa lavagem é recomendada que seja feito por um especialista);

• A fiação elétrica deve ser checada, pois a maresia pode oxidar o sistema de injeção causando falhas no motor;

• Se chover durante seu passeio na praia, cuidado para que a água e areia não atinjam a bateria e outras peças, pois podem fazer que seu carro não de a partida.

Com todos esses cuidados, é só correr para o mar!

Óleo errado ou vencido pode comprometer o consumo de combustível

O óleo e o combustível trabalham separados no motor do carro. Se não houver nenhum problema, eles não se misturam. Mas se o lubrificante estiver fora das especificações ou velho, ele poderá, sim, influenciar no consumo de gasolina.

Por isso, é fundamental ficar atento à escolha correta do óleo e aos prazos de troca. O uso do óleo certo faz o motor do veículo funcionar sem problemas. Ele impede o desgaste das superfícies metálicas do motor, criando uma película de óleo entre elas. O óleo também dispersa o calor e reduz o atrito, protegendo o motor. Além disso, um lubrificante de qualidade previne acúmulo e depósito de partículas de sujeira. O óleo ainda protege contra borra e oxidação, minimizando os ácidos que podem causar corrosão.

“O lubrificante não recomendado pela montadora não efetuará a limpeza necessária, não controlará de maneira eficiente a temperatura do motor, não lubrificará as partes móveis do motor. Isso pode gerar aumento de temperatura e prejudicar a performance e o desempenho, acarretando maior consumo de combustível”, explica Thiago Supplizi, especialista em lubrificantes da Shell.

Tipos de óleo

Existem basicamente no mercado brasileiro três tipos óleo: minerais, semissintéticos e sintéticos.

Os óleos minerais básicos vêm do petróleo bruto, que é processado em uma refinaria para separar as frações com propriedades de lubrificação úteis e remover os componentes indesejáveis. Os óleos totalmente sintéticos têm baixa viscosidade, ou seja, mais finos. Eles fluem mais facilmente a temperaturas de partida, quando ocorre o maior desgaste. Eles apresentam menor resistência aos elementos móveis e, portanto, consomem menos energia do motor. Isto também significa que você fará maior economia de combustível. Já o semissintético é um modelo intermediário entre o mineral e o sintético.

Para encontrar a viscosidade do óleo certa para o seu carro, verifique as recomendações do fabricante do seu veículo.

Não coloque aditivos

Os óleos sintéticos recomendados pelas montadoras já têm em sua fórmula aditivos para limpeza do motor. Ou seja, não é necessário colocar o aditivo complementar para lubrificantes.

Os aditivos não podem reduzir o consumo de óleo em um motor velho nem resgatar as propriedades de proteção do motor de um óleo desgastado. Na verdade, os aditivos complementares podem até alterar a química do óleo e criar novos problemas. É mais seguro e mais econômico usar lubrificantes submetidos a testes de qualidade. Não desperdice seu dinheiro em aditivos.

Vale lembrar que os aditivos usados na gasolina são específicos para uma parte do motor e os do óleo são para outra parte do motor.

Fonte: Auto Esporte

10 itens para checar no seu carro antes de seguir viagem

Chegou a época mais esperada do ano por você: as férias. Mas este também é o período em que se registra o maior número de acidentes rodoviários. Por isso, encoste seu carro em uma mecânica para uma manutenção preventiva antes de cair na estrada e evite surpresas desagradáveis.

Combustíveis e lubrificantes -  Abasteça em postos conhecidos por você e não deixe o combustível muito tempo parado no tanque antes de pegar a estrada.

Filtros de ar, óleo e combustível - Efetue a troca desse sistema conforme indicado no manual do proprietário. Trocar o óleo, por exemplo, sem a troca do filtro, diminui a vida útil do lubrificante.

Limpador de para brisas - Cheque se as lâminas e as borrachas estão em bom estado e se os encaixes das hastes estão seguros. Lave a borracha das palhetas apenas com água.

Freios - O nível do fluído de freio e possíveis vazamentos devem sempre ser checados. Se houver ruídos, trepidações, perda de eficiência ou pedal duro, peça uma avaliação mais minuciosa.

Velas e cabos - Alguns fabricantes indicam que as velas devem ser examinadas a cada 10 mil km e os cabos trocados a cada 50 mil km. Qualquer falha neste sistema pode ocasionar desgaste prematuro e comprometer a vida útil de outros componentes.

Suspensão - O sistema de amortecimento e estabilidade do veículo é tão importante quanto o dos freios. Além dos amortecedores, as molas, as buchas, as bandejas, os pivôs e os terminais também merecem inspeção para evitar que você saia da sua rota.

Correia dentada - A substituição preventiva desse elemento, segundo os fabricantes, deve ser efetuada (em média) a cada 50 mil km. Mas uma verificação em cada 15 mil km pode apontar trincas e desgastes indicando a necessidade de troca. O rompimento desta peça pode danificar gravemente o motor.

Radiador - Respeite a data limite de troca do líquido de arrefecimento do motor. E peça para seu mecânico conferir o funcionamento da válvula termostática, do radiador, da bomba d'água, da ventoinha e dos marcadores de temperatura no painel.

Sistema elétrico, faróis e lâmpadas –
Para viajar com segurança, é importante também fazer um check-up na bateria, no motor de partida, no alternador e em todas as lâmpadas e fusíveis do carro. Lembre-se, você pode pegar uma serra com neblina ou estrada em dia de chuva. E não deixe dispositivos elétricos funcionando por muito tempo, como o rádio, caso o motor esteja desligado.

Pneus – Mantenha os pneus calibrados, incluindo o estepe. Faça rodízio periódico para equilibrar os desgastes irregulares. O balanceamento é indicado quando você sentir vibrações no volante. Já o alinhamento, quando houver desequilíbrio direcional, ou na troca do conjunto.

Conheça os itens feitos para dificultar a vida do ladrão

Durante o ano de 2013 foram registrados 116.784 furtos de veículos em São Paulo, estado que concentra a maior frota do Brasil, o que representa um crescimento de 7,67% em relação ao ano anterior. Visando diminuir esse número, as marcas trabalham para aumentar a tecnologia de segurança patrimonial dos novos veículos.

A ausência ou a presença desses itens influencia diretamente no índice de furto, aumentando ou diminuindo o valor do seguro, por exemplo. Com isso, o Cesvi (Centro de Experimentação e Segurança Viária) aponta uma série de itens que podem dificultar a vida do ladrão. Confira abaixo.

Imobilizador
Sistema que impede o funcionamento do motor do veículo quando a chave não é reconhecida. Possui três gerações de tecnologias, sendo que a mais avançada conta com um código criptografado, reconhecido por meio da chave, o que torna muito mais difícil sua identificação por equipamentos não originais.

Alarmes antifurto
Visa conter a ação invasiva ao interior do veículo ou perifericamente. Ao ocorrer tal ação o sistema avisa sonora e visualmente sobre a invasão e, muitas vezes, também bloqueia o funcionamento do motor.

Trava de coluna de direção (trava de volante)
Bloqueia a coluna de direção do veículo e não permite que o volante seja movido sem que a chave tenha sido reconhecida.

Vidros laterais laminados
Trata-se de um vidro composto por duas camadas de vidros e uma camada interna de um material composto de PVB (PoIiviniI Butiral), composição que deixa o vidro mais resistente e eficaz à quebra.

Chave com segredo
Sistema de segredo mecânico e/ou eletrônico que permite o acesso ao veículo, além de habilitar a injeção e ignição do motor.

Localização da bateria
O local onde a bateria está localizada também é um fator importante na hora da ação dos bandidos. Isso porque em regiões de fácil acesso é possível desativar a bateria sem mesmo abrir o capô.

Fonte: Carsale

Entenda o significado das cores da gasolina

Você já percebeu que a gasolina dos carros têm diferentes cores? Mas, afinal, isso traz alguma interferência no funcionamento dos carros? Não, nenhuma interferência; a coloração mostra apenas as diferenças entre os combustíveis. É mais um segredo que você vai aprender.

As gasolinas comuns, aquelas que não recebem aditivos para a limpeza do motor, precisam ser de incolor à amarelada, isenta de corantes, conforme a especificação da Agência Nacional do Petróleo (ANP). Isso significa que nas bombas de combustíveis nos postos, a cor da gasolina comum pode variar somente entre incolor a amarelada, independentemente da marca. Qualquer coloração fora dessa faixa pode ser um indicativo de alguma anormalidade, que terá de ser investigada.

Para a gasolina aditivada, com aditivos na composição, as distribuidoras geralmente utilizam corantes para diferenciação visual em relação à gasolina comum. Isso pode variar de empresa para empresa. No caso da aditivada, não há nenhuma relação da cor com a qualidade do combustível. Trata-se somente de uma distinção na aparência. “Os corantes utilizados não afetam o desempenho do combustível dentro dos motores”, explica o Engenheiro Gilberto Pose, Coordenador de Combustíveis na Raízen.

Motorista pode pedir teste

Se você desconfiar da cor ou tiver qualquer outra suspeita sobre a qualidade da gasolina, pode pedir um teste no próprio posto de combustível. Uma resolução da ANP de março de 2007 diz que os frentistas devem estar habilitados a fazer o teste gratuitamente e na hora, na frente do cliente. No caso da gasolina, o exame irá apontar se ela está com etanol anidro além do permitido por lei.

Se o posto se recusar a fazer o teste ou você ficar com alguma desconfiança, procure a ANP.

Fonte: Auto Esporte

Cuidados com a embreagem evitam desgaste precoce

Funndamental para colocar o carro em movimento, a embreagem precisa de alguns cuidados para não se desgastar rapidamente. Ao ter seu funcionamento comprometido, ela passa um desconforto para o motorista e passageiro, além de comprometer outros componentes do veículo.   Sua função principal é controlar a transmissão do movimento do motor para o câmbio, facilitando o engate das marchas. Separamos algumas dicas para que a embreagem do seu carro não quebre precocemente.   - Evite deixar o carro engrenado enquanto estiver parado. Ao parar no sinal de trânsito, deixe o carro em ponto morto, sem apertar o pedal da embreagem.   - Nunca descanse o pé no pedal da embreagem. Essa prática afasta o platô do disco e causa o lixamento do disco. Ao gerar esse desgaste, o motorista provoca o superaquecimento do sistema.   - Não arranque com o carro em segunda marcha. Utilize sempre a primeira marcha para iniciar o movimento e assim sucessivamente. Ao reduzir ou aumentar a velocidade, troque de marcha gradativamente, sempre em ordem e de acordo com as rotações do motor. Isso fará com que as peças da embreagem trabalhem de forma suave.   - É importante acertar a sincronia entre soltar a embreagem e acelerar o carro para arrancar. Se você acelera demais e solta pouco a embreagem, acontece a chamada "queimada da embreagem", fazendo com que o carro não desenvolva e aumente o consumo de combustível.   - Caso o carro esteja em local com o plano inclinado, em uma rampa, por exemplo, não use a embreagem/acelerador para segurar o carro. Utilize o freio de mão para exercer esta função.    

Como cuidar bem dos Pneus

 Para você que sabe da importância de cuidar bem do seu veículo, preparamos algumas dicas que irão auxiliá-lo a obter o melhor rendimento dos pneus. Algumas curiosidades sobre pneus O pneu liso (Slick) é o mais silencioso. À medida que se desgastam (desgaste regular), os pneus fazem menos ruído. A origem dos ruídos acontece devido às vibrações provocadas por três fatores: estrutura do pneu, ar no interior do pneu ou a passagem do ar pelo desenho do pneu. Há 2 tipos de propagação dos ruídos: através do ar ou fazendo os elementos do seu veículo vibrar. Quanto menos uniforme o pneu, maiores as possibilidades de vibrações. Isso pode ocorrer por problema de balanceamento, falso redondo do pneu, problema de centragem da roda ou variação da rigidez da estrutura. Conselhos e recomendações Diante de um problema de vibração e ruído, tentar isolar as causas que podem produzi-lo. Para isso: Teste o veículo para identificar como ele se manifesta: em que eixo, o que vibra e a que velocidade; Pergunte-se: algo foi trocado no veículo recentemente? Verifique pneus, rodas, forma de desgaste, pressão, balanceamento; Cheque as folgas na centragem da roda, dos pneus nos aros e das porcas de fixação; Confira o desgaste dos pneus e veja se é necessário trocá-los; Em casos de problemas irreversíveis no pneu, troque-o imediatamente; Verifique problemas mecânicos, folgas na suspensão ou problemas nos freios. 

Escolha o pneu adequado para o seu veículo respeitando:

- As dimensões recomendadas pelo fabricante do veículo;   - O torque;   - A frenagem;   - O índice de desempenho;   - O índice de carga;

Segurança no trânsitto - Cinto


Você sabia que estudos mostram que pessoas que estão usando cintos de segurança durante um acidente de trânsito têm entre 50% a 80% mais chance de evitar lesões graves? Use sempre o cinto de segurança!


Segurança no trânsito – Rodas


Você sabia que as rodas são elementos essenciais para sua segurança dentro do veículo? Elas devem estar sempre em boas condições de uso e serem verificadas regularmente, especialmente a profundidade do desenho (frisos/sulcos) da banda de rodagem dos pneus, pois estas revelam a hora certa para a retirada de uso. Quanto menor for a profundidade restante, mais riscos você corre, fique atento! 

Aqui tem!

 A Michelin criou o pneu “verde”, que oferece maior durabilidade e menor consumo de combustível! 

Segurança no trânsito – Amortecedores

 Você sabia que os amortecedores são os corresponsáveis pela estabilidade do veículo? Se eles foram muito usados e não estão em plenas condições, as irregularidades da pavimentação farão o carro vibrar, gerando instabilidade, os freios serão menos eficazes nas curvas e o veículo tenderá a derrapar.

Segurança no trânsito – Transporte de animais

Você sabia que existem cintos específicos para transportar animais dentro dos veículos? O uso desses acessórios protege o animal e quem está dentro do carro, pois evita o risco de lesões provocadas por paradas bruscas ou desvios

Atenção!

 Pneus em mau estado prejudicam a estabilidade e a frenagem! Temos pneus para qualquer veículo, venha escolher o seu.

Você sabe como calibrar direito os pneus do carro?

 Calibre os pneus pelo menos a cada 15 dias ou antes de uma viagem. Nunca desinfle um pneu aquecido. Ter tampas nas válvulas de todos os pneus. Não esqueça de verificar a pressão do pneu estepe. Depois de rodar com uma pressão muito baixa, nunca calibrar o pneu novamente sem verificar se seu interior apresenta alguma anomalia. Conforme o peso da carga, é aconselhável às vezes que se ponha 2 a 3 libras a mais no conjunto traseiro, especialmente quando se vai viajar. Calibragem deve ser realizada em locais especializados, de preferência pela manhã, com os pneus frios.

Michelin Total Performance

 Segurança em pistas secas ou molhadas Economia de combustível Durabilidade Tração nas curvas Frenagem

Saiba o que fazer quando o pneu furar

1. Mantenha um par de luvas resistentes dentro de seu veículo. 2. Deixe um saco de lixo no porta-malas para guardar o pneu furado, caso esteja sujo ou coberto de lama. 3. Assegure a estabilidade do macaco para o veículo não cair. 4. Assim que trocar o pneu furado pelo estepe, procure manter uma velocidade média não muito alta, pois o novo pneu pode estar com a pressão interna baixa. 5. Pare no primeiro posto que encontrar e calibre adequadamente seu estepe. 6. Procure um especialista e peça que aperte bem as porcas da roda. Quando estão mal apertadas, podem danificar o sistema de montagem da roda.

Sempre verifique a parte interna dos pneus:

Esta parte pode conter desgastes sérios causados por detritos da pista ou desalinho das rodas.

Cuidados com o carro

 Os principais filtros que devem ser controlados são os de ar, óleo e combustível. São itens comumente verificados e trocados quando levamos o carro às revisões. Caso o seu automóvel seja mais antigo, procure trocar o filtro de ar a cada 10.000 km, o de óleo a cada 20.000 km e o de combustível a cada 30.000 km 

Como prolongar a vida útil dos pneus

 Providencie regularmente (em intervalos de 15.000 a 20.000 km) um rodízio dos pneus com geometria e balanceamento completos. As nossas ruas esburacadas contribuem significativamente para o desalinho das rodas e andar com os pneus assim, além de consumir mais combustível por conta do atrito desigual, pode fazer seu carro sair de lado no caso de uma frenagem mais forte – mesmo em modelos dotados de ABS.

Pneu Michelin Primacy 3

 Eleito o melhor pneu nas pistas de testes da Alemanha!

Fique atento a bolhas nas laterais dos pneus

 Tenha muita cautela ao passar por um buraco, pois a pancada pode ser forte o bastante para comprometer os “ombros” do pneu e formar uma bolha. Caso esse acontecimento seja observado, troque o pneu assim que possível. Bolhas podem estourar nas curvas em alta velocidade, com resultados desagradáveis. Atenção Se o pneu apresentar bolhas ou deformações deve ser substituído imediatamente pois está estruturalmente comprometido.

Fique atento!


Verifique o desgaste e a calibragem do seu pneu regularmente sem esquecer do estepe. 

Seja gentil e atencioso

Ao dirigir seja cortez e bem educado com os outros. 

Respeite os códigos de trânsito

 Eles foram criados para nos proteger. 

Qualidade!

 Pneu 245/7OR16 ALL TERRAIN KO Maior controle da direção, Grande resistência a choques, cortes e perfurações. 

Corre que tem promoção!

 Vem já pra cá! 

Balanceamento de rodas

 É de extrema necessidade para manter a estabilidade do automóvel em movimento. O serviço consiste em equilibrar (compensar) o excesso ou má distribuição de massas no conjunto pneu e aro. 

Para que serve a geometria de carros?

Ela serve para o acerto de todos os ângulos que compõem o sistema de direção e suspensão dianteira dos veículos. Durante o procedimento, as medidas são feitas em graus e milímetros para verificar a distância entre os eixos, o cáster, e o câmber, de forma que as quatro rodas fiquem perfeitamente alinhadas, formando um retângulo. Nosso alinhamento é realizado com equipamento de tecnologia 3D, de alta precisão.

Dica Importante!


Antes de um percurso mais longo, faça um teste com o carro e repare se há trepidações pelo volante. Caso haja, o carro pode estar desbalanceado. Repare também se o carro está puxando para um dos lados. Caso positivo, o automóvel pode estar desalinhado. Nos dois casos, recomenda-se uma visita à oficina antes da viagem.

Dica importante!

 É muito importante verificar o nível de água no reservatório do radiador (sistema de arrefecimento do motor) e completar se estiver abaixo do recomendado. O reservatório tem uma marcação do nível ideal, basta completar com água e/ou fluido. 

Fica de olho nessa dica!

 No caso dos motores flex, o ideal é abastecer com gasolina. Isso porque, apesar de ser mais cara, a gasolina rende mais e o carro fica com maior autonomia (necessita de menos abastecimentos). Com menos paradas, você chega ao seu destino mais rápido e corre menos risco de ficar sem combustível em estradas com poucos postos de gasolina. 

Fique atento!

 Horário — Sempre que possível é aconselhável evitar os horários de pico — final da tarde, começo da noite e primeiras horas da manhã. Em feriados prolongados, sair nesses períodos é certeza de enfrentar congestionamentos. 

Atenção com as crianças!

 É obrigatório o uso de cadeirinhas ou assentos infantis para crianças menores de sete anos e meio. Use o equipamento ideal para cada faixa etária. E menores de 12 anos somente no banco traseiro. 

Fique atento ao desempenho do motor de seu veículo!

Afinal a emissão de gases pela combustão é uma das principais causadoras da poluição e do aquecimento global. Procure pisar no acelerador suavemente até alcançar a velocidade desejada, rodando em marcha alta, mas evitando chegar à velocidade máxima. Se você alcançar três - quartos da velocidade recomendada na rodovia, o consumo cairá sensivelmente e a perda de tempo será irrelevante. 

Calibre os pneus regularmente e de acordo com a recomendação do fabricante.

Pneus baixos fazem seu veículo “beber” mais, desgastam-se rápido e pioram a dirigibilidade. 

Vem já pra Lyon!

 Aqui na Lyon você pode fazer sua geometria de caminhonete! Nosso alinhamento é realizado com equipamento de tecnologia 3D, de alta precisão. 

Dica importantíssima!

 Ar-condicionado ligado o tempo todo reduz a potência do motor e faz o motorista jogar dinheiro fora, já que consome mais combustível. Pior ainda se o carro estiver muito pesado. Quem viaja a passeio não pode esquecer-se de levar no bagageiro apenas o necessário para a viagem. 

Dica para limpeza do carro

Tem piche ou asfalto?   No caso de limpar piche ou asfalto, querosene é o que melhor vai resolver. Mas como esse produto pode causar manchas irreversíveis, o melhor é agir com cautela. Nada de esfregar com força e não deixe o querosene secar no local onde foi passado.

Como limpar o painel do seu carro:

 Utilize um pano úmido e cuidadosamente limpe o pó que se acumula no painel de instrumentos do seu automóvel. É importante o pano não estar sujo. Nunca jogue água direto.

Aqui na Lyon é assim!

 Confiabilidade, confiança e agilidade! Vem já pra cá!

Balanceamento e alinhamento de pneus

 Devem ser feitos a cada 5 mil km. Já o rodízio de pneus é recomendável cada 10 mil km. Essa troca tem como objetivo manter o mesmo nível de desgaste de todos os pneus, garantindo assim um equilíbrio na estabilidade e na aderência do veículo em piso seco ou molhado.
Os pneus dianteiros e traseiros dos veículos trabalham com cargas, esterçamento e frenagens diferentes ocasionando desgastes diferentes. Para aumentar a vida útil e o desempenho dos pneus, é essencial fazer o rodízio conforme recomendação do fabricante quanto à quilometragem e à disposição dos pneus no rodízio. 

É bom lembrar que a pressão correta é a alma dos pneus

 É bom lembrar que a pressão correta é a alma dos pneus. Dentre inúmeras finalidades, a pressão adequada é importante pelos seguintes fatores: - Garante a segurança e mantém a estabilidade durante a rodagem do veículo. - Aumenta a durabilidade. Pneus com pressão 20% abaixo do recomendado reduzem sua vida útil em torno de 30%. - Economiza combustível. Pressões em torno de 20% abaixo do recomendado podem aumentar o consumo de combustível em até 3%. #dicadaLyon

Dica para atravessar alagamentos

Se o motor do carro morrer durante a travessia em uma área alagada jamais tente dar a partida! Mantenha o carro desligado e remova o veículo até uma oficina.

Dica para o radiador!

 Verificar o nível de água no reservatório do radiador (sistema de arrefecimento do motor) e completar se estiver abaixo do recomendado. O reservatório tem uma marcação do nível ideal, basta completar com água e/ou fluido

Dica de Combustível

 No caso dos motores flex, o ideal é abastecer com gasolina. Isso porque, apesar de ser mais cara, a gasolina rende mais e o carro fica com maior autonomia (necessita de menos abastecimentos).

Dica sobre o freio

 Verifique o nível do fluido de freio no compartimento do motor e, em caso de falta, complete com produto que siga as especificações do manual do proprietário. O baixo nível do fluído faz o pedal do freio afundar mais, ao mesmo tempo em que o veículo perde poder de frenagem, oferecendo grande risco em velocidades mais altas.

Dica Importante!

Verifique o funcionamento de todas as lâmpadas e lanternas, faróis e piscas pode prevenir multas e acidentes

Fique Ligado!

Os proprietários podem pagar o IPVA de forma única no mês de janeiro, quitar em fevereiro ou parcelar em três vezes, até março

Dica Importante!

Tudo que possa soar como silvos, rangidos, batidas secas ou ruídos que se assemelham a algo frouxo ou solto devem ser checados com um profissional

Fique Ligado!

 Antes de viajar, inclua na lista de verificações tradicionais (óleo, água, calibragem, etc.) uma impermeabilização de para-brisa ;)

Dica Importante!

 Você sabia que deixar o carro ligado quando parado pode representar um gasto de um a dois litros de combustível por hora?

Fique Ligado!

 Você sabia que deixar o carro ligado quando parado pode representar um gasto de um a dois litros de combustível por hora?

Dica Importante!

Para manter a conservação das rodas e evitar desgastes no sistema de suspensão do carro é indicado, a cada 10 mil quilômetros rodados, ou a cada seis meses, realizar o alinhamento e balanceamento das rodas, em conjunto com uma revisão completa dos itens do carro.

Fique Ligado!

Primeiro é preciso evitar que a temperatura interna fique muito abaixo da temperatura exterior (aproximadamente 10ºC). Para funcionar melhor, você pode direcioná-lo para cima ou laterais e não para os ocupantes. Como o ar quente sobe e o frio desce, então os difusores resfriam o ar e é feita uma troca de ar para estabilizar a temperatura.

Dica Importante!

Suas férias em família devem ser perfeitas como você imaginou. Para isso, é preciso cuidar dos pneus do seu carro. Na terra e no asfalto, vá de Michelin!

Fique Ligado!

Você sabia que todo pneu vem marcado com um código que indica seu tamanho – largura, altura, raio da roda em que ele vai montado, velocidade máxima, capacidade de carga e 

Água do radiador!

Essa manutenção também pode ser feita por você mesmo e semanalmente. Com o motor frio e o veículo nivelado, a água deve estar entre o “Mín” e o “Máx” indicados no reservatório. A principal função do radiador é manter o motor resfriado. Por isso, ao verificar que a água precisa ser completada frequentemente, leve o carro a um profissional para evitar queimar juntas, velas de ignição, furar pistões ou fundir o motor.

Faça o check list antes de viajar!

Check list do carro: - Checar se os faróis e freios estão funcionando bem; - Checar se os níveis de óleo e água estão corretos; - Verificar se os pneus balanceados (inclusive o estepe); - Olhar se os limpadores de para-brisa estão em ordem e se há algum outro problema no carro.

Atenção com os filtros!

 Os filtros do ar e combustível são essenciais para o bom funcionamento do motor. Em caso de muita sujeira, podem entupir e deixar você na mão.

Quais os cuidados com o carro deve-ser ter antes de sair de férias?

- Confirir o óleo; - Calibrar os pneus; - Alinhar e balancear. - Fazer rodízio dos pnues; - Conferir os pneus; - Trocar os pneus; - Encher o tanque;  - Dirigir com cuidado.    Fonte: Grupo Quatro Rodas  

Michelin Total Performance

 Michelin Total Performance A Michelin assume o compromisso de investir constantemente em inovações, testes e pesquisas. Tudo isso para garantir a real performance dos pneus: - Segurança em pistas secas ou molhadas; - Econonima de combustível; - Durabilidade; - Traças nas curvas; - Frenagem.   Acesse o Site    

5 formas de cuidar bem do seu carro

1 - Leia o manual de instruções e siga à risca a programação de revisões; 2 - Pise leve nos primeiros quilômetros; 3 - Cuide da troca de fluido e filtros; 4 - Não economize na escolha do óleo 5 - Cheque os pneus.    Fonte

6 cuidados para não tomar multas de trânsito

 1 - Tolerância de velocidade.  Por lei, todos os radares (fixos, estáticos e portáteis) no Brasil possuem uma tolerância sobre a velocidade medida. Fazer o cálculo é fácil: até 100 km/h, essa tolerância é de 7 km/h. Acima disso, ela passa a ser de 7%. Então, em um radar de 60 km/h, quem passar a até 67 km/h não tomará multa. O mesmo vale para quem cruzar com um policial a 128 km/h em uma rodovia cujo limite é de 120 km/h.     2 - Dirigir de chinelo  Tá na praia e vai dirigir? Não pense duas vezes e tire seu chinelo antes de sair com o veículo. Isso porque é proibido conduzir um automóvel com calçados que não se firmem adequadamente ao pé (especialmente o calcanhar). Contudo, ao contrário do que muita gente crê, é possível dirigir descalço sem medo do guarda.     3- Estacionar na frente de calçada rebaixada Em teoria todo mundo sabe que não se pode estacionar em frente à garagens, mesmo quando elas não estão em uso (como em comércios fechados). Mas parar o carro em frente a uma guia rebaixada não é necessariamente sinônimo de multa. Se não há passagem de veículo sobre a calçada, como em lugares onde uma entrada para carros não existe mais, pode estacionar no local sem medo. Só não confunda com acesso para cadeirantes, pois bloqueá-los também dá multa.     4- Faróis ligados na estrada A maioria dos motoristas já se acostumou à obrigatoriedade de se andar com os faróis baixos (em veículos sem luzes diurnas) ligados na estrada. Mas ainda tem gente que se confunde as luzes do veículo. Não quer tomar multa de jeito nenhum? Não confunda os faróis baixos pelos faróis de neblina na estrada.     As luzes na parte inferior do para-choque projetam a luz em um facho curto e aberto e não têm a mesma eficiência do farol baixo. Por isso, na estrada e à noite os faróis de neblina só podem ser acesos com os faróis baixos ligados.     5- Estacionar na contramão Sabe quando alguém vai estacionar o carro em uma rua vicinal de mão dupla e simplesmente para na contramão? Os poucos segundos economizados para dar meia-volta no carro custam caro: neste caso, R$ 130,16 e quatro pontos da CNH do preguiçoso.     Há dois principais motivos para não poder parar ao contrário. O primeiro é que, para fazer isso, você circulou pelo menos alguns metros na contramão. Além disso, os refletores de luz do carro são posicionados nas lanternas traseiras. Então, em caso de vias mal sinalizadas, quem estiver trafegando de noite não verá a luz de seu farol rebatido pela lanterna do veículo estacionado.     6- Estacionar próximo do ponto de ônibus Em algumas cidades os órgãos públicos pintam faixas amarelas antes e depois das paradas de ônibus para indicar o trecho da via onde é proibido estacionar. Mas se engana quem acha que, onde não há indicação, é possível estacionar em qualquer lugar. Segundo o CTB, na ausência de sinalização horizontal, é proibido estacionar dez metros antes ou depois de um ponto de ônibus, permitindo que o coletivo possa se aproximar do meio-fio para o embarque e desembarque de passageiros. Na falta de uma trena, é melhor não estacionar perto do ponto.     6- Ligar o pisca-alerta Ligar o pisca-alerta não isenta você de multas. Isso porque o CTB considera como estacionamento qualquer parada que vá além do tempo necessário para embarque e desembarque de passageiros. Não adianta estar dentro do carro com o motor ligado. E em lugares onde é proibido encostar não tem nem trinta segundos. Nesses lugares, se você parar por qualquer motivo que não seja emergência ou tráfego, será multado.   fonte: Quatro Rodas

Quando o balanceamento deve ser feito?

- Sempre que houver substituição de pneus; - Sempre que for efetuado conserto em pneus ou câmaras; - Por ocasião de vibrações no volante; - Sempre que houver substituição de elementos do conjunto rodante; - A cada 10 mil quilômetros rodados.   Fonte

o número 1 em durabilidade

Para a Michelin, durabilidade é mais do que simplesmente tempo de vida útil: também existe a preocupação em garantir o mesmo desempenho entre todos os pneus de um veículo.   Pensando nisto, foi desenvolvido o novo composto Durable Security Conpund (DSC) que garante excelente resistência à rodagem e alta aderência nas pistas.    Isto significa que mesmo com um preço inicial um pouco acima dos pneus convencionais, os produtos comt ecnologia Michelin são mais econômicos, pois rodam 25% de quilômetros a mais. O resultado: a cada quatropneus, um é economizado.   Com a Michelin, você tem a garantia de um produto de qualidade.   Além de possuir um produto superior em qualidade, a Michelin também tem como prioridade a garantia de seus produtos.Por isso, criou o melhor pacote de garantias totalmente gratuitas do mercado, com quilometragens certificadas para as principais gamas de pneus.   Fonte  

Como perceber se os pneus estão gastos?

- Confira regularmente o desgaste dos pneus. A altura mínima exigida para a borracha é de 1,6 mm. Abaixo desta medida, o pneu é considerado ilegal.
Nas ranhuras principais de todos os pneus, existem indicadores de desgaste que ajudarão você a saber a hora de trocar. Nos pneus da Michelin, o boneco em relevo que fica na parte lateral dos pneus ajuda você a localizar esses indicadores. Quando a profundidade da borracha chega ao nível indicado, fique atento. A Michelin recomenda a troca dos pneus antes de chegar a esse limite.

Fonte

Alinhamento x Balanceamento

Alinhamento é o processo de regulagem dos ângulos da direção e suspensão do veículo. Basicamente são três ângulos a serem verificados no alinhamento: convergênia/divergência, câmber e cáster. O alinhamneto do veículo ajusta os ângulos das rodas, amntendo-as perpendiculares ao solo e paralelas entre si. Balanceamento é o processo de compensação feito para equilibrar o conjunto de pneus rodas do veículo. O balanceamento permite que a roda gire sem provocar vibrações nos veículos em determinadas velocidades.   Fonte

Cuidados básicos que você deve ter com os pneus de seu carro

Seja antes de viajar, ou mesmo antes de ir para o trabalho, sempre é importante verificar o estado dos pneus. Estar com eles em estado irregular é considerado infração grave, com perda de cinco pontos na carteira e pagamento de multa de R$ 127,69, sem contar que o carro pode ter sua dirigibilidade e seu consumo prejudicados.   A Goodyear preparou uma lista com alguns itens que precisam ser verificados periodicamente:   Condições dos pneus: quando os pneus atingem uma profundidade de sulco inferior a 1,6 mm, devem ser substituídos. Para ver se chegaram a esse ponto, existem indicadores nos sulcos dos pneus, o chamado TWI, identificados por um triângulo na lateral. Quando o pneu atingir esses indicadores é o momento da troca. Também é importante inspecionar as laterais dos pneus em busca de bolhas e calosidades. Elas indicam que a estrutura interna foi comprometida e o pneu precisa ser substituido imediatamente, pois corre o risco de explodir em movimento.      TWI discretíssimo na banda lateral TWI discretíssimo na banda lateral Calibragem e Pressão: A pressão de ar é um dos fatores críticos que afetam o desgaste do pneu e, consequentemente, sua vida útil, além de prejudicar o consumo de combustível do carro. O motorista deve checar as pressões dos pneus em intervalos de, no máximo, duas semanas, mantendo a indicada no manual do proprietário e em etiquetas estrategicamente colocadas nas laterais das portas ou tampa de abastecimento do tanque de combustível. Lembre-se de efetuar a calibragem com pneus frios e que a pressão indicada pode de acordo com a condição de carga do veículo.      Calibrador de 1949 Calibrador de 1949 Foto: Mônica Imbuzeiro Estepe: muitas vezes esquecidos, eles são fundamentais para que você não fique no meio da estrada. Nunca esqueça de conferir a calibragem e as condições gerais do estepe, assim como a presença de chave de roda e triângulo. É váloido acrescentar ao kit um pano para limpar as mãos se necessário.   Alinhamento e balanceamento do veículo: além de obter melhor dirigibilidade em retas e curvas, evitando que o carro desvie ou puxe para os lados durante a frenagem, o alinhamento permite um desgaste regular dos pneus e ainda melhora o comportamente dinâmico, garantindo economia de combustível. Também é válido fazer o rodízio dos pneus periodicamente, sempre seguindo as especificações do fabricante do carro.

Se o balanceamento de rodas estiver pendente, o carro pode andar desalinhado e gastar os pneus e a suspensão.

 O balanceamento de rodas faz parte do pacote básico de cuidados que você precisa ter com seu veículo. Assim como o alinhamento, o balanceamento está relacionado à suspensão do carro, evitando trepidações na direção e garantindo que o desgaste dos pneus seja uniforme.   Atritos e impactos fortes nos pneus são ocorrências comuns, causando desgastes pontuais e reduzindo a vida útil do pneu, além de diminuir o conforto do motorista durante a direção. O balanceamento de rodas é feito, justamente, para consertar esse problema e permitir segurança, conforto e maior longevidade aos pneus.   Quando preciso fazer o balanceamento de rodas no meu carro? O balanceamento pode ser feito de duas formas: local, sem retirar as rodas do veículo, ou através do balanceador de coluna, retirando as rodas. A periodicidade para fazer balanceamento dos pneus pode variar bastante de acordo com o quanto você usa o seu veículo, mas, via de regra, não deixe de fazer o balanceamento nas seguintes ocasiões:   ·         Durante a primeira revisão do seu veículo, após 10.000 km rodados;   ·         Quando seus pneus forem trocados por novos;   ·         Quando for feito o rodízio dos pneus;   ·         Ao efetuar reparos na câmara de um ou mais pneus;   ·         Caso você sinta qualquer trepidação diferente no volante enquanto estiver dirigindo.   Alinhamento e balanceamento de pneus são a mesma coisa? Apesar de caminharem de mãos dadas, alinhamento e balanceamento não são a mesma coisa . Enquanto o alinhamento se encarrega de equilibrar o ângulo das rodas de forma que todas recebam o mesmo impacto em contato com o solo, o balanceamento repara as trepidações sentidas pelo motorista, regulando roda, pneu e câmara através de contrapesos de chumbo.   O que acontece quando o balanceamento não é feito? Além de causar muito desconforto e insegurança ao dirigir, os efeitos da falta de balanceamento de rodas são:   ·         Perda de tração e estabilidade do veículo;   ·         Dificuldade em manter a trajetória do veículo;   ·         Diminuição da longevidade do pneu devido aos desgastes nos rolamentos, amortecedores e terminais de direção;   ·         Diminuição da vida útil da suspensão do veículo devido ao desgaste dos seus componentes.   Não deixe de conferir no manual do seu carro as recomendações de tempo para cada revisão e sempre procure um profissional de sua confiança ao perceber qualquer comportamento estranho por parte do veículo enquanto estiver dirigindo!

Pneus novos. Os pneus são o maior item de segurança do carro, por isso todo cuidado é pouco na hora de trocá-los.

 São eles que suportam todo o peso do veículo e de sua carga e que fazem o contato direto com o solo, garantindo a aderência necessária. Para isso, no entanto, é preciso que eles estejam sempre em perfeitas condições. A hora de trocar os pneus é muito antes de ficarem carecas ou com os arames aparecendo: sempre que o sulco chegar no limite de 1.6mm ou houver bolhas e deformidades. Além disso, atenção para o desgaste. Se ele acontecer de forma desigual pode indicar algum problema na direção ou suspensão. Como a maioria dos carros tem cambagem negativa, é comum o pneu ficar mais gasto por dentro do que por fora, mas ela deve ser corrigida. Para evitar problemas, programe-se para alinhar a direção e fazer rodízio de pneus entre 5 mil e 10 mil Km e trocá-los da forma adequada. Para isso, conheça 5 dicas para não passar vergonha na hora de comprar pneus novos.   1. Conheça o pneu mais indicado para o seu carro A melhor coisa é seguir as orientações do fabricante para a escolha dos pneus novos, mas é claro que você pode trocar de marca para aproveitar promoções, por exemplo. No entanto, você deve saber de cor o tipo e o tamanho dos pneus indicados para o modelo do seu carro. Isso é bem fácil de saber olhando no próprio pneu e prestando atenção naquelas letras que estão impressas na lateral. Ali você descobre a marca, o tipo de pneu (radial ou diagonal), o peso que ele pode carregar, se tem ou não câmara, o tamanho e o aro e ainda a classificação de velocidade e tração. Jamais coloque pneus de tamanho diferente dos que vieram de fábrica, porque seu veículo foi projetado para ser sustentado por aquele tipo de pneu e a sua alteração pode afetar diretamente a segurança do carro.   2.            Não compre pneus usados Não caia na armadilha de aproveitar “uma pechincha” por pneus com “pouquíssimo” uso, na maioria das vezes o barato acaba saindo caro um pouco mais adiante. Compre sempre pneus novos em folha, que nunca foram rodados. Lembre-se que mais importante do que uma suposta economia é a sua segurança e a da sua família.       3.            Todos os pneus devem ser iguais O ideal é trocar os quatro pneus ao mesmo tempo (isso levando-se em consideração que o estepe esteja em boas condições, claro) e todos com as mesmas especificações. Mas nem sempre isso é possível, há ocasiões em que é possível trocar apenas dois. Neste caso, os pneus novos devem sempre ser colocados atrás porque é a condição que traz mais segurança na frenagem do carro, evitando que ele saia de traseira. Além disso, o próprio peso do motor na parte dianteira do carro garante mais aderência mesmo com os pneus meia vida na frente.   4.            Compre pneus novos adequados para a região em que você dirige Pense no tipo de região em que você mais dirige: chove muito, anda mais na terra ou no asfalto? Quer um pneu silencioso ou isso não faz diferença? Saiba que há pneus específicos para cada caso, aqueles que têm melhor performance em locais secos (têm menos aberturas para escoamento de água e portanto maior contato com o solo), para chuva (com desenho mais agressivo que escoam mais a água, preferencialmente que tem um bom espaço entre as ranhuras), mais silenciosos (com linhas em contato com o solo), para uso misto (mais usados em carros como o Crossfox, Sandero Stepway etc) que buscam meio termo em terra e asfalto sem comprometer muito o desempenho em nenhum dos dois, para carga (os do tipo “C”, que trazem essa letra ao final, como 175/70R14C, por exemplo).   5.            Só trocar não basta Sempre que trocar os pneus você deve fazer alinhamento, balanceamento e cambagem para garantir a performance máxima dos pneus novos e a sua segurança. Além disso, não esqueça da manutenção daí em diante, checando a sua calibragem pelo menos uma vez por semana e evitando o máximo possível cair em buracos e bater em meios-fios.   Agora que você já sabe tudo sobre a compra e troca de pneus novos, que tal garantir o seguro para o seu veículo e rodar com mais segurança, por aí?  

Dirija Com Cuidado Neste Inverno

Com o frio chegando, precisamos todos nos preparar. Para a maioria de nós, isso significa tirar o cobertor do armário, e nos imaginarmos tomando um chocolate quente delicioso. Entretanto, muito mais importante que isso é preparar nosso carro – e nossa direção – para a condição das ruas e estradas.    Dicas para dirigir no inverno Curtir     1. Faça o check-up do carro   Dicas para dirigir no inverno Certifique-se de que os freios, limpadores e sistemas de ar quente e desembaçador estão em excelente condição e considere instalar uma capa de borracha nos pedais para evitar que os seus sapatos molhados escorreguem.   Certifique-se também de que os seus pneus estão bons, ou seja, não estão carecas, e não possuem rachaduras nos lados.    Limpe o seu para-brisa, janelas e os faróis dianteiros e traseiros – a visibilidade salva vidas!      2. Conforto do motorista   Evite usar casacos pesados enquanto está dirigindo, pois eles limitam sua mobilidade e podem levar a acidentes. Sapatos/botas pesadas fazem com que você perca um pouco da sensibilidade nos pés, portanto pise com mais gentileza no acelerador.    Mantenha uma temperatura agradável dentro do carro, mas cuide muito para não esquentar demais, pois isso causa sonolência. Também é recomendado manter uma fresta da janela aberta para permitir a entrada de ar fresco.      3. Mantenha distância    A distância de travagem dobra em rodovias molhadas. Não fique na cola dos outros carros e pare ao dobro de distância do veículo da frente.   Preste atenção no veículo atrás de você, e deixe que os apressadinhos passem. Você pode até pensar que, se eles baterem em você, a culpa é deles, mas mesmo assim você pode se machucar e estragar o seu carro.   Quando você para (no semáforo, por exemplo), há uma chance das suas rodas perderem a tração quando você acelera novamente, fazendo você perder o controle do carro. O mesmo pode acontecer com o carro da frente, portanto mantenha uma distância segura dele, mesmo no engarrafamento.      4. Visibilidade    Dicas para dirigir no invernoO inverno pode levar à baixa visibilidade (chuva, neblina, etc.), o que significa que você pode não ver obstáculos na rodovia até que seja tarde demais. Dirija mais devagar para permitir a si mesmo mais tempo para reagir.    Em casos de baixa visibilidade, o seu instinto é apertar os olhos para ver melhor. Isso pode cansá-los rapidamente e lhe fazer perder o foco.   Tente relaxar a sua visão e você vai se surpreender com o quão melhor consegue ver (esse truque é usado por pilotos profissionais).    5. Subviragem    Às vezes, quando a pista está úmida e você vira o volante, o carro se move menos do que o que você queria. Isso acontece quando a velocidade do carro é alta demais para aquela curva.    Um erro comum é virar o volante ainda mais, mas isso é uma péssima ideia – o carro não está virando menos porque as rodas não estão viradas o suficiente, mas sim porque há menos tração na rodovia.    A solução é mover o peso do veículo de trás para frente – e você faz isso diminuindo a velocidade. Às vezes, é suficiente tirar o pé do acelerador, mas é recomendado pisar um pouco no freio também. Não freie rispidamente, mas tenha reflexos rápidos.   6. Sobreviragem     Quando os seus pneus de trás não estão suficientemente calibrados, estão muito velhos, ou perdem a tração na rodovia (devido a óleo na pista, etc.), eles podem puxar, e a sua curva fica mais fechada que o planejado. Isso também pode acontecer quando você acelera demais em marcha baixa, em um carro com tração traseira.    Um erro comum é tentar virar o volante na direção oposta, ou até mesmo acelerar mais. Essa reação só funciona com extrema habilidade para corrigir a sobreviragem e aumentar a velocidade só dificulta mais. Muitas batidas de frente ocorrem quando o motorista tenta fazer isso, e acaba no lado oposto da pista, na contramão. Mesmo pilotos profissionais precisam de muito treino para fazer isso, mas, na rodovia, nós só temos uma chance...   A solução é uma frenagem rápida e decisiva quando você percebe que a traseira do carro começou a derrapar. Isso é muito importante: freie rápido e com força – qualquer outra coisa que fizer vai tornar a situação ainda pior. Desta maneira, o seu carro tem maior chance de parar e você poderá voltar a acelerar com cautela e continuar.    7. Aquaplanagem   Dicas para dirigir no invernoA flutuação ocorre quando você passa por uma poça profunda. As ranhuras dos pneus não conseguem drenar a água, o que os faz perder tração.    A solução é frear antes de passar pela poça, cruzá-la em baixa velocidade e manter suas rodas o mais reto possível.   Se o seu carro é manual, use a embreagem. Assim que sair da poça, pise de leve no freio por 2-3 segundos, para certificar-se de que os pneus estão drenados e de há novamente a tração.   8. Aceleração    Em rodovias molhadas, com a tração mais baixa, há um risco maior de derrapagens e perda de controle do carro.    A solução, é sempre iniciar o carro devagar e aumentar a velocidade aos poucos. Durante o passeio, acelere também aos poucos após cada freada, especialmente ao sair de uma curva.    9. Neblina ou cerração   Acenda imediatamente a luz baixa e, se possuir, o farol de neblina. Diminua a velocidade, aumente a distância do veículo à frente, e nunca use a luz alta.    Se puder, pare em lugar seguro, mas nunca no acostamento. A neblina dificulta a visibilidade dos outros motoristas, que podem não ver o seu carro.    10. Freio de emergência   A parte mais importante da condução segura no inverno!    Para quem não é um piloto profissional, a melhor opção é frear forte e com precisão. Se o seu carro possui ABS, ele irá prevenir que as rodas travem e manter o carro sob o seu controle. Se você precisar frear no meio de uma curva, ele vai fazer com que a curva fique mais aberta, então é preciso que você continue freando e mantenha o volante na posição original.    Se você não tem ABS, as rodas vão travar. Portanto, se precisar desviar de um obstáculo, solte o pé do freio até a metade enquanto passa do obstáculo, e depois volte a frear totalmente. Se está no meio de uma curva, freie com força, mas não completamente. Se as suas rodas travarem, solte um pouco o freio até recuperar o controle.   Fonte  

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